Nessas horas, Deus existe

17 fev

Já faz duas noites que não durmo direito. Às voltas com o drama dos meus bulldogues.

Ninguém mais me aguenta falando sobre isso, pelo menos as pessoas mais próximas da situação e é fato que eu falo nisso sempre até com quem eu não conheço direito.

O assunto não sai da minha cabeça. 

Tava aqui, olhando pro céu e pedindo 

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louca, desequilibrada

13 fev

apreço pela solidão e pelo silêncio.

preguiça de emitir sons e interagir com outros seres humanos.

me ajojaria em você hoje. cadê você? ;(

o ano só começa depois do carnaval

12 fev

um carnaval medidativo, reflexivo, descansativo, chorosivo, limpativo e curativo.

pode vir, 2013.

growing up III

10 fev

Minha casa, minhas coisas, minhas contas, meus cachorros e minha cabeça precisam que eu me esforce prá ser uma pessoa melhor.

Em especial, meus cachorros. Minhas roupas, minha cabeça e minha casa não sentem absolutamente, apenas me afetam. Os cachorros não.

A Lola tá doente, com uma dermatite horrível. Pele no vivo, dor, desconforto. Estamos no carnaval e antes mesmo da Lola adoecer, eu já tinha decidido que ia ficar em casa. Realmente sem vontade carnaval, de gente. Querendo arrumar a casa, as roupas, as contas e a cabeça. Tô fazendo tudo isso e cuidando da Lola.

E é isso aí.

Não dá prá crescer sem dor. E  apesar de tudo, a luz no fim do túnel continua meio distante, mas tá lá e é prá lá que eu vou.

humano, demasiado humano

6 fev

“Você deve tonar-se senhor de si mesmo, senhor também de suas próprias virtudes. Antes eram elas os senhores; mas não podem ser mais que seus instrumentos, ao lado de outros instrumentos”.

Achei o próximo livro que vai mudar a minha vida, for sure.

Vem ni mim, carnaval da solidão.

it´s time to grow up, again

31 jan

31 anos na cara e às vezes tenho rompantes de adolescente.

Me apavoro com a vida adulta, as contas, a casa e meus 04 cachorros.

Piro, choro, sapateio e me irrito porque viver é muito difícil.

Aí acordo mais cedo, arrumo a casa, cato os cocôs, faço carinho nos meus bebês, respiro o cheiro da grama cortada da minha casa que eu amo e pronto.

Eu dou conta, chega de choradeira.

Medo do amor

28 jan

Ter medo do amor é um medo válido.

O amor, faz a gente perder a razão, perder o controle sobre a nossa própria vida. O amor é uma merda.

Com o amor vem o ciúme e mais outros sentimentos feios.

Sentimentos como carinho, respeito, tesão e companheirismo são tão mais equilibrados e bonitos.

A liberdade e a individualidade são prioridades pra mim agora. Quero muito preservar.

Que deus me ajude.