6 ago

E eu tinha entrado de novo naquelas ondas periódicas de tristeza, de desespero com a vida. Tudo dando errado, tudo uma merda. Viver é tão difícil e blá blá blá.

Não que não seja. É. Mas comecei a pensar nas coisas BOAS e simplesmente elas não pararam de surgir na minha cabeça.

Aí de bicicleta eu fui prá minha casa, almoçar, pela primeira vez desde que mudei para o São Francisco. E comecei pensando no meu trabalho. E apesar das dificuldades, eu tenho muito mais motivos para estar feliz, do que triste. Tenho qualidade de vida, pessoas especialíssimas ao meu redor durante 8h por dia, não vivo fazendo hora extra como foi a vida toda, trabalho em um projeto que me interessa (e muito) e sim, tenho perspectivas.

Estou morando num apartamento sensacional,  com uma amiga de personalidade forte (o que eu admiro) e que transborda amor, num bairro sensacional, a 10 min de bicicleta do meu trabalho, com 2 horas de almoço…

Tenho uma família maravilhosa, um pai que vale mais que diamante e poucos mas muito valiosos amigos próximos e muitos conhecidos de quem eu gosto e que sei que gostam de mim também.

E aí né, como não sentir a felicidade depois de pensar em todas essas coisas boas? Ainda mais voltando de bicicleta, sentindo o vento na cara, ouvindo música, morando há 10 minutos do trabalho depois de almoçar em casa e ficar com meus cachorros… ! Sério, muito bom.

Porque apesar da tristeza ser parte integrante do elenco, ela é só uma coadjuvante.

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