Arquivo | janeiro, 2013

it´s time to grow up, again

31 jan

31 anos na cara e às vezes tenho rompantes de adolescente.

Me apavoro com a vida adulta, as contas, a casa e meus 04 cachorros.

Piro, choro, sapateio e me irrito porque viver é muito difícil.

Aí acordo mais cedo, arrumo a casa, cato os cocôs, faço carinho nos meus bebês, respiro o cheiro da grama cortada da minha casa que eu amo e pronto.

Eu dou conta, chega de choradeira.

Medo do amor

28 jan

Ter medo do amor é um medo válido.

O amor, faz a gente perder a razão, perder o controle sobre a nossa própria vida. O amor é uma merda.

Com o amor vem o ciúme e mais outros sentimentos feios.

Sentimentos como carinho, respeito, tesão e companheirismo são tão mais equilibrados e bonitos.

A liberdade e a individualidade são prioridades pra mim agora. Quero muito preservar.

Que deus me ajude.

dancing with myself

24 jan

Já posso anunciar. Consegui.

Alcancei a dádiva maior do mundo.

Sou feliz solteira.

things are really changing

19 jan

É, chegou a hora de crescer. E eu sei disso porque eu sinto dentro de mim a vontade de crescer. Não é chato, não tenho mais medo.

Esses dias, zoando (e desdenhando) coloquei uma almofada na minha barriga e tomei um susto com o que eu senti. Até a maternidade tá começando a fazer sentido, assim como família, paz, sossego, responsabilidade e tudo mais que até pouco tempo me causava arrepios.

As coisas estão mudando e eu me sinto muito muito bem. 

será que será que será

13 jan

será que será que será que será que será que será

t.p.m.

9 jan

Dia 9 de Janeiro e nem sinal das mudanças necessárias.

Além disso, eu ando realmente muito confusa se caso ou se compro uma bicicleta. A bicicleta, é verdade, só tenho medo de gastar e ela ficar encostada, como tantas outras coisas.

Mas como saber se não tentar, investir, arriscar? Só que arriscar dessa vez com as coisas certas, não com as coisas obviamente erradas.

O obviamente errado fez todo o sentido por um tempo, e não me arrependo. Faria tudo de novo. Mas agora eu quero novas coisas, e a maioria delas são as coisas obviamente certas. Tipo 80% coisas certas, e 20% de umas coisas erradas, acho que tá de bom tamanho.